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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

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Novo Clipe de Shakira: Give it up to me

Shakira aparece com um visual à la estátua da liberdade em seu novo clipe. O vídeo da música "Give it up to me" estreou nesta segunda-feira, 16, e conta com a participação do rapper Lil' Wayne. O novo álbum da cantora chega às lojas americanas no dia 23 de novembro.

Video: Veja a íntegra da entrevista com a cantora Lady Gaga

“Gosto de ser reconhecida como as duas coisas: uma boa cantora pop e uma boa compositora também - para mim foi interessante poder crescer como artista junto com o público”

“Não foi sempre assim... Há apenas alguns anos, o trabalho dos artistas eram bem mais contidos. Não havia internet, e a mídia era menos invasiva. O próprio jornalismo era meio diferente, assim, hoje, de alguma maneira eu sinto que estou na minha infância e estou crescendo junto com o público. Eu tento transformar isso numa experiência positiva - e tem sido ótimo!”

“Eu acho que tinha sim um espaço aberto para um chamado de liberação - um pouco de escapismo. E isso é minha arte - minha arte é de liberação. Assim, tudo - as músicas, os vídeos, as roupas que uso - tem um pouco de ilusão de algo que não é real... Como uma história, um universo alternativo surreal - e é para esse lugar que eu quero levar meus fãs!”

“É meu estilo de vida de verdade. É assim que funciona nos meus shows: meus fãs vêm e são transportados para um outro lugar”

“Tudo veio de uma maneira orgânica - faço tudo de maneira orgânica e eu já era uma artista performática quando morava em Nova York - isso já por volta dos meus 19 anos, quando eu comecei a me interessar por isso. Antes eu gostava de uma música meio "hippie"...”

“Mas é calculado sim, no sentido de que eu penso muito sobre o trabalho - eu estudei história da arte, também estudei música e sempre toquei piano. Assim, quando eu escrevo músicas pop, eu as componho dentro de uma estrutura musical bem específica. Mas é porque eu sei onde os acordes têm que entrar, quando uma música tem que "punch" e quando têm que abrir um pouco...”

“Acho que esse é o meu talento: criar e liberar trabalhos que se encaixam num método de arte pop bem específico”

“A simplicidade é o que faz minhas músicas universais, fáceis de cantar junto. Os Beatles, por exemplo, se você parar para ouvir, tem essa simplicidade para quem ouve - mas se você tem um bom ouvido de músico, percebe que eles estão mudando os tempos e as frases sonoras o tempo todo - é bastante complicado... Só parece simples...”

“Quando eu era mais jovem eu simplesmente gostava de ouvir as músicas - e isso que é tão bacana com relação à música: você não precisa entender nada para apreciar, aliás, isso vale para qualquer arte: você não precisa saber nada sobre Picasso para gostar de Picasso. Mas se é você que está criando arte, você tem que saber o que está fazendo”

“Quando eu entrei nesse mercado da música comercial, eu percebi que tinha talendo para me expressar de mais de uma maneira - e tudo bem...”

“Quando você sai do circuito alternativo, que tem muitos artista cheios de talento, e cai num circuito mais comercial, que é mais direto, mais focado, acho que eu me toquei que sempre fazia vídeos e curta metragens; eu sempre fazia minhas roupas, criava meus shows - por que não fazer isso também agora? Quem disse que eu tenho que sucumbir a uma fórmula ou a uma idéia só...”

“Levou um certo tempo, foi preciso que eu encontrasse as pessoas certas e ao mesmo tempo manter meus amigos criativos perto de mim para me sentir confiante de fazer tudo que e queria. Cada video ou apresentação que eu faço, quero ter certeza de que minha visão é realizada”

“Para o VMA’s, eu disse: quero sangrar até morrer por quatro minutos”

“Bem, eu e meus amigos - a gente se fecha num quarto como esse, jogamos imagens. Eu estava olhando para as coisas de Frida Khalo - o coração que sangra...”

“A música chama-se ‘Paparazzi’. Superficialmente, se você não presta atenção na letra, pode apenas imaginar sobre o que ela fala, de uma maneira mais esterotipada. Mas meus fãs de verdade sabem que é sobre obsessão e sobre a arte da fama, como as celebridades comandam as câmeras - e a maneira como os paparazzi sã obcecados com fama, como o público é obcecado pela fama. Mas é também sobrea obsessão por alguém que você ama e seguir alguém que se gosta da mesma maneira como as câmeras seguem as pessoas famosas”

“Eu queria que aquela performance fosse uma espécie de ironia, de piada - e um questionamento: a fama está matando as celebridades, ou a fama está nos matando? E que momentos nós não estamos vendo?”

“Hoje em dia, os paparazzi tiram fotos radicais - selvagens! - você está vendo alguém num dos melhores momentos de sua vida... Isso é registrado e corre o mundo... Mas quando Marilyn Monroe morreu, ninguém tirou essa foto”

“Claro que sim. Mesmo a princesa Diana morreu - você viu um pouco das imagens do acidente, mas você nunca viu ela morrendo - e isso que eu quero dizer”

“Não fique tentando ver minha queda, parem de tentar olhar para nossas falhas. Nem pense em imaginar como lady gaga ficaria se ela fracassasse - elas seria alguma coisa assim...”

“As pessoas dizem... Lady gaga é só o que ela veste... E eu digo, sim! Mas minhas roupas sangram também... Como eu...”

“Eu sou música e sou uma artista. Fazer sempre a mesma música é chato. Acho que repetir uma canção sempre, martelando ela na cabeça das pessoas funciona... Mas infelizmente, com a internet hoje em dia, se eu faço uma coisa na alemanha um dia, todos meus fãs nos estados unidos ficam sabendo - por isso eu não posso repetir a mesma performance várias vezes, se não eu me torno monótona - e eu tenho idéias o suficiente para mudar sempre, então eu fico sempre variando”

"’The monster ball’, minha próxima turnê, vai ser um dos shows mais excitantes que já aconteceram!”

“O que nós fizemos é um palco que é... Bom, imagine uma caixa, uma moldura, que é do tamanho do próprio palco - todas as dimensões são enormes e se encaixa direitinho no palco - e oco no fundo. Então, quando você olha bem de frente, parece que está dentro de um diamante - uma perspectiva forçada”

“Isso força você a olhar para a tela de vídeo dentro do palco - e não nas laterais com geralmente acontece nos shows convencionais, apenas com imagens que as câmeras querem que você veja. Você tem que olhar dentro do show”

“O tema do show é "evolução" - então eu começo como uma célula, e vou crescendo e mudando ao longo do show - e enquanto eu estou crescendo, cantando as músicas dos meus dois discos, eu vou duelando com todos os meus monstros...”

“É uma turnê mundial que você está planejando?
- sim
- vai passar por todo lugar?
- sim, aliás, eu acabo de saber que vendemos todos os shows no mesmo espaço em que michael jackson faria seus shows em londres em apenas 30 minutos
- imagino que você ficou feliz...
- eu chorei!”

"’The fame monster’ é um disco novo - e é meu segundo álbum... E acho que quero lançar o terceiro no ano que vem!”

“Não acho que é justo, seria injusto com você se eu tivesse sido legal com as dezesseis pessoas com quem eu falei hoje e aí, na sua vez... Eu dou uma entrevista "meia boca" - você esperou o mesmo que todos...
- isso é um elogio, não uma crítica...
- eu sei, mas não queria ser injusta com você”

Turma da Mônica tem seu primeiro personagem gay

A diversidade sexual chegou aos quadrinhos da Turma da Mônica. A 6ª edição da revista "Tina", já nas bancas, mostra ao público o primeiro personagem gay criado pela equipe de Maurício de Souza. Na história, Caio é o melhor amigo de Tina e deixa outros personagens surpresos quando se diz comprometido, apontando um outro rapaz. Tina, criada nos anos 60 e que hoje estuda jornalismo, aproveita e faz um dircurso contra o preconceito. Caio, aos poucos, vai ganhar mais espaço nas histórias.

Em outras publicações Maurício de Souza já deu outros passos para acabar com o preconceito. Já foram criados personagens deficientes visuais e cadeirantes.