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quinta-feira, 7 de abril de 2011

Henri Castelli de cueca branca


Agricultor tem 30 anos e 30 cm de pênis


Um agricultor morador do Curimataú paraibano está desesperado há 5 anos por conta do crescimento descontrolado do pênis. Antônio da Silva de 30 anos, conhecido como Antônio “Madeirão”, mora a 225 km de João Pessoa, na cidade de Nova Floresta.

Desde os 25 anos de idade, Antônio luta contra uma doença no órgão genital provavelmente ocasionada pelo excesso de hormônio na alimentação ingerida desde a infância.

De acordo com especialistas no assunto, a disfunção deve ter sido motivada pelo desenvolvimento de um nervo no pênis.

Com 30 anos e 30 cm de pênis, o agricultor teme pela perda do órgão e apela às autoridades públicas de saúde que o ajudem com a realização de exames e posteriormente uma intervenção cirúrgica.
Pollyana Sorrentino com Emerson Machado da Tv Correio

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Cientistas acham provável homem pré-histórico homossexual


Cientistas tchecos escavaram o que acreditam ser o esqueleto de um homem pré-histórico homossexual ou transexual que viveu entre 4.500 e 5.000 anos atrás.

A equipe de pesquisadores da Sociedade Arqueológica Tcheca constatou que os restos --retirados de um sítio arqueológico neolítico em Praga-- indicam que o indivíduo, de sexo masculino, foi enterrado segundo ritos normalmente destinados às mulheres.

A arqueóloga Katerina Semradova disse à BBC Brasil que o enterro "atípico" indica que o indivíduo encontrado fazia parte do "terceiro sexo", provavelmente homossexual ou transexual.

"Trabalhamos com duas hipóteses. A de que o indivíduo poderia ter sido um xamã ou alguém do 'terceiro sexo'. Como o conjunto de objetos encontrados enterrados ao redor do esqueleto não corroboravam a hipótese de que fosse um xamã, é mais provável que a segunda explicação seja a correta", disse Semradova.

As escavações foram abertas ao público nesta quinta-feira e a visitação tem sido intensa.


Os restos são de um membro da cultura da cerâmica cordada, que viveu no norte da Europa na idade da Pedra, entre 2.500 a.C. e 2.900 a.C.

Neste tipo de cultura, os homens normalmente são enterrados sobre o seu lado direito, com a cabeça virada para o oeste, juntamente com ferramentas, armas, comida e bebidas.

As mulheres, normalmente sobre o seu lado esquerdo, viradas para o leste e rodeada de jóias e objetos de uso doméstico.

O esqueleto foi enterrado sobre o seu lado esquerdo, com a cabeça apontando para o oeste e cercado de objetos de uso doméstico, como vasos.

"A partir de conhecimentos históricos e etnológicos, sabemos que os povos neste período levavam muito a sério os rituais funerários, portanto é improvável que esta posição fosse um erro", disse a coordenadora da pesquisa, Kamila Remisova Vesinova. "É mais provável que ele tenha tido uma orientação sexual diferente."

Fonte: Folha


Quem não é o civilizado? O Homem de hoje ou o de ontem?