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terça-feira, 17 de maio de 2011

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Barbie Marilac

Campanha - Rio Sem Homofobia

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Âncora da CNN assume que é gay em autobiografia


O jornalista da CNN, Don Lemon, 45, assumiu que é gay em sua autobiografia, "Transparent", segundo o site Us Magazine.

"A faculdade não foi a única experiência que me fez aprender muito durante os anos que passei em Nova York. Eu também estava começando a assumir minha identidade sexual", escreve Lemon.

Segundo o jornalista, apesar de contar à sua mãe que era gay, ele preferiu guardar segredo diante das outras pessoas.

"Eu, como muitos gays, vivi uma vida de medo, medo que, se alguns dos meus chefes, colegas, amigos, vizinhos e família descobrissem qual era minha opção sexual, me deixassem no ostracismo. É um fardo que milhões de pessoas carregam todos os dias."

O livro "Transparent" será lançado dia 16 de junho.

Fonte: Folha Online

Após beijo gay, reveja outros personagens homossexuais da TV

Na última semana, o telespectador assistiu ao primeiro beijo gay da televisão brasileira. Durante a cena da novela "Amor e Revolução" (SBT), as personagens Marcela e Marina, interpretadas por Luciana Vendramini e Gisele Tigre, trocaram carícias e fizeram história, mas não foram as primeiras.

Pouca gente sabe, mas há quase cinquenta anos, em 1963, a atriz Vida Alves deu um selinho gay contracenando com Georgia Gomide no teleteatro "A Calúnia" (TV Tupi). De lá pra cá, muitos outros homossexuais foram representados em nossas novelas.

Praticamente uma Butterfly! Zeca Camargo voa no Rio de Janeiro

Cabral libera policiais e viaturas em parada gay


No lançamento da campanha Rio sem Homofobia, o governador Sérgio Cabral (PMDB) estimulou policiais civis e militares e bombeiros homossexuais a participarem uniformizados da próxima passeata gay no Estado. Autorizou até o uso de viaturas das corporações na manifestação.

"Da minha parte estão todos liberados para participar da passeata. Pode botar o carro do Corpo de Bombeiro, da polícia. Nenhum problema. Em Nova York é assim. Por quê? Porque o amor não deve ser razão para nenhum tipo de discriminação", disse Cabral, muito aplaudido por gays, lésbicas e travestis.

Entre as autoridades presentes estava a chefe da Polícia Civil do Estado, delegada Marta Rocha, saudada como "nossa grande rainha gay" pelo superintendente de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos e coordenador do programa Rio sem Homofobia, Cláudio Nascimento.

Cabral sugeriu que os policiais e bombeiros conversem com seus superiores sobre a participação nas paradas gays. "Vai no Mário Sérgio, vai na Marta Rocha, vai no Pedro Machado, fala com eles." O governador também citou o coronel Mário Sérgio de Brito Duarte, comandante-geral da Polícia Militar, e o coronel Pedro Machado, que comanda o Corpo de Bombeiros.

"Agora vai ter de cumprir", comentou um militante gay na plateia. Cabral disse ainda que a polícia "vai se reeducar" para atuar no combate à intolerância e violência contra homossexuais.

No discurso, Cabral saudou Nascimento como "um herói nacional". "O Cláudio fala com o coração, mas trabalha muito. Não é só aquele artista que solta a franga na passeata LGBT. Com todo respeito, João. No dia a dia, ele é um guerreiro", afirmou, dirigindo-se a João Alves, companheiro de Nascimento.

A campanha Rio sem Homofobia, do governo estadual, custou R$ 4 milhões. Haverá distribuição de cartazes e outdoors e veiculação de peças publicitárias de rádio e TV com o slogan Discriminação - Quando Você Não Participa, Não Vai Para Frente.

A senadora Marta Suplicy (PT-SP), relatora do projeto que criminaliza a homofobia, esteve no lançamento no Rio. "Enquanto o Legislativo se apequenou nos últimos 16 anos, o Judiciário avançou", disse, citando decisão do Supremo Tribunal Federal, que reconheceu a união estável entre pessoas do mesmo sexo.

Fonte: Estado de S. Paulo