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quinta-feira, 21 de julho de 2011

Henri Castelli Pelado, Sem Roupa, Nu em " O Astro "

Rodrigo Lombardi Pelado na cama

O que acharam da bunda do Rodrigo Lombardi em "O Astro"?

Gabriel Braga Nunes sem roupa na cama

A Fazenda 4 - François Teles tomando banho de sunga

Rodrigo Hilbert excitado na cama do hospital?

Leitor mandou msg falando que o Rodrigo tá com uma baita mala na cama do hospital!
Real or Ar?
Se for real, o doente tá bem vivo então!

Paulo Vilhena sem camisa na sauna

O que aconteceu com o Vestido de Carne de Lady Gaga ?


Em setembro do ano passado, Lady Gaga causou polêmica ao subir ao palco da premiação Video Music Awards com um vestido de carne. Muitos acharam o modelito nojento e ficaram se perguntando como ela fez para usá-lo sem deixar o material apodrecer. Saiba que o vestido está inteiro até hoje.

Dois meses após o VMA, o Rock&Roll Hall of Fame contratou o taxidermista – especialista em preservação de pele animal – Sergio Vigilato para cuidar do vestido. Em entrevista ao Los Angeles Times, ele contou como fez para preservar a ‘roupa’.
Vigilato disse que o vestido havia sido congelado depois de aparecer no corpo de Gaga. “A primeira coisa que eu disse quando me entregaram: ‘Onde está o vestido?’.

Ele poderia ter vermes até hoje, mas me garantiram que estava congelado”, disse.
Então, ele descongelou a carne e a tratou com alvejante, formaldeído e detergente específicos para remoldá-la. Depois que recuperou o design da peça, ele tingiu a carne de vermelho escuro para ficar mais parecida com o look original da cantora. O processo todo demorou cerca de um mês, e Vigilato ganhou US$ 6 mil para o trabalho.
O vestido de carne foi criado por Franc Fernandez e Nicola Formichetti, e ficará exposto até fevereiro no Rock&Roll Hall of Fame, em Cleaveland, na exposição Women Who Rock: Vision, Passion, Power.

Fonte: Caras

A Fazenda 4 - Marlon de sunga


Britney Spears não toma banho e cheira mal, diz ex-segurança

Britney Spears parece não ser dona de hábitos frequentes de higiene. Pelos menos é o que garante o ex-segurança da princesinha do pop Fernando Flores, de acordo com o tablóide britânico “The Sun”.

O rapaz iniciou um processo contra a cantora, no ano passado, no qual alega que ela desfilou nua em sua frente e “fez repetidas investidas indesejadas”. Segundo o “The Sun”, documentos novos do tribunal também relataram que Britney tem hábitos péssimos de higiene. "Os avanços sexuais indesejados aconteceram por uma variedade de razões. Spears tinha hábitos detestáveis, como o costume de fumar – se parecendo com tabaco velho.”
Fernando também relatou: “Ela quebrou as regras e colocava o dedo no nariz constantemente e não pediu desculpas por isso e, várias vezes, comentou sobre isso falando alto e sem pudor. Ela não tomava banho por dias, não usava desodorante, não escovava os dentes, não arrumava o cabelo, não usava sapatos ou meias”.

Segundo a publicação, o ex-segurança quer 6 milhões de libras (perto de 15 milhões de reais) por danos, alegando que ele sofria de depressão, ansiedade e insônia enquanto trabalhava para Britney entre fevereiro a junho do ano passado. Por outro lado, os advogados da cantora dizem que as queixas são formas de "manchar a reputação dela".

Fonte: Quem

Agressões e mortes exigem criminalização "urgente" da homofobia, defendem especialistas


Crimes recentes e chocantes como a agressão a pai e filho confundidos com um casal gay em São João da Boa Vista (SP), no último fim de semana, ou o assassinato do operador Danilo Rodrigo Okazuka, 28, em Barretos, nesta terça (19), representam picos de violência que só podem ser revertidos caso se defina, “com urgência”, uma legislação específica que criminalize a homofobia.

A opinião é compartilhada por juristas e advogados especialistas em segurança pública e na defesa dos direitos de minorias consultados pelo UOL Notícias nessa terça-feira (20) --um dia depois da morte de Okazuka, segundo a polícia, por motivação homofóbica, e um dia após o juiz em São João ter negado a prisão preventiva de um dos agressores confessos do pai do jovem de 18 anos. Ele abraçava o próprio filho em uma feira agropecuária da cidade, pouco antes do ataque, e instantes depois de ter sido abordado por um grupo que questionava se eles eram um casal homossexual. O rapaz se feriu sem gravidade, mas o pai perdeu a maior parte da orelha direita.

Os três especialistas ouvidos pela reportagem se mostraram preocupados com a frequência de casos --que se "popularizaram" na mídia principalmente após sucessivos ataques a gays na avenida Paulista, no ano passado, em São Paulo --e com a violência empregada contra pai e filho no interior paulista. Paralelamente, no Congresso brasileiro, o projeto de lei complementar que criminaliza a homofobia, o 122/2001, não tem sequer perspectiva de ser levado a votação, ante a grande resistência à matéria principalmente entre as bancadas religiosas. Mês passado, porém, o STF (Supremo Tribunal Federal) aprovou a união civil entre pessoas do mesmo sexo.


"Insensibilidade" na magistratura

Para Walter Maierovitch, desembargador do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) e presidente e fundador do Instituto Brasileiro Giovanni Falcone de Ciências Criminais, a recente aprovação de mudanças nos critérios para prisões preventivas pode reforçar a conduta de criminosos que agem também contra as chamadas minorias.

Pela alteração vigente desde o último dia 4, por exemplo, pessoas que cometerem crimes leves --aqueles puníveis com até quatro anos de prisão –, e nunca antes condenadas por outro delito, só serão presas em caso de condenação final, em situações de violência doméstica ou quando houver dúvida sobre a identidade do acusado. Não é o caso, portanto, do agressor confesso do interior paulista.

“Atravessamos um momento muito difícil, e a opinião pública quer mudanças. Mas infelizmente temos leis equivocadas e morosidade na Justiça, o que só faz aumentar o sentimento de impunidade e a sensação de medo”, destacou. Na avaliação do jurista, mesmo que o conjunto de leis nem sempre atenda a demanda a contento, também há “a insensibilidade de muitos magistrados que, cada vez mais, adotam uma linha ideológica perigosa”: “Uma prisão dessas [em caso de homofobia] nada tem a ver com prisão de sentença final, é uma medida de segurança social. Manter soltas pessoas que violam direitos elementares, que não conseguem ter uma visão de sociedade igualitária, é algo muito perigoso ---são crimes de caráter grave, ou, como no caso desse pai agredido, gravíssimo: são pessoas que não conseguem dominar os próprios impulsos”, defende.

Maierovitch se diz contrário à criminalização da homofobia por avaliar --a partir de outros países que criminalizaram, por exemplo, o uso de entorpecentes --que a medida não reduziria os casos. Mas ressalvou: “Ainda que eu não acredite que criminalizando se vá reduzir o número de casos, estamos em um estágio perigoso legitima, sim, a criminalização. É pela educação e por mudanças culturais que isso se resolve, mas esses bandos têm saído impunes e não dá para a sociedade ficar sem uma resposta”.


Reforço na luta pela criminalização

Para a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), situações como as registradas em Barretos e São João da Boa Vista não tiram a força da discussão sobre a criminalização.

“Temos uma legislação estadual em São Paulo [a lei 10.948/2001] que pune homofobia na esfera administrativa --com multas e outras sanções, por exemplo, a quem discrimina essas minorias no comércio. Mas não há nada no sentido de criminalizar, por isso precisa haver lei federal”, pondera a presidente da comissão de Diversidade Sexual e Combate à Homofobia da OAB-SP, Adriana Galvão. “E o Congresso tem que refletir sobre isso, pois daqui a pouco não teremos mais o limite do respeito em nenhum aspecto --senão é muito simples uma pessoa simplesmente caminhar, conversar e outros acharem que, homossexual, ela tem que ser agredida”, destacou.

Conforme a advogada, a comissão foi criada em janeiro deste ano e, de março até semana passada, recebeu pelo menos 38 denúncias de supostas vítimas de homofobia. O número é considerado alto pela comissão. “Não há o Estatuto do Idoso, o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), a Lei Maria da Penha? Precisamos sim de uma lei que proteja o homossexual, pois está em grupo que é vitimizado –inúmeras vezes, verbalmente, mas é disso que deriva uma agressão física”, concluiu.


Estatuto LGBT

A presidente da comissão da Diversidade Sexual na OAB nacional, a gaúcha Maria Berenice Dias, disse que até o final do mês que vem a ordem apresentará um projeto de Estatuto da Diversidade Sexual que trata dos direitos da população de gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT).

Especialista em direito de famílias formadas a partir da união homoafetiva, a advogada explicou que o estatuto tratará não apenas de adoção pro casais do mesmo sexo, como a punição para atos de discriminação ou preconceito contra homossexuais.

“Fatos como o desse pai agredido infelizmente acontecem e só evidenciam a necessidade de uma legislação específica –a falta de lei é que dá a sensação de impunidade e legitima esse tipo de ação. Afinal, as pessoas podem ter uma convicção pessoal ou religiosa, mas não podem afrontar o direito do outro”, definiu.

Fonte: Uol