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domingo, 13 de janeiro de 2013

Domingos Montaguer sem camisa na praia

Surfistas Brasileiros Pelados

Os Surfistas estão nus na praia do Brasil.
Praia do Pinho, em Balneário Camboriú, Santa Catarina

Rafael Cortez só de sunga

BBB 13 - Elieser se veste de mulher e exibe os seus grandes lábios vaginais

Governo do Irã incentiva e subsidia cirurgias de mudança de sexo

O casal Mahsa --homem que quer fazer a cirurgia de mudança de sexo-- e Ahura --mulher que também deseja se submeter à operação-- nas ruas de Teerã
Quando criança, Sara preferia jogar futebol com os meninos a brincar de boneca. Mocinha, ela passou a sofrer todo dia por ter que usar véu e roupas femininas.

Hoje com 17 anos, Sara diz ter certeza de que nasceu com o sexo errado. Se conseguir convencer as autoridades, ela ganhará permissão e subsídio para ser operada e adotar uma nova identidade, com nome masculino.

Ahura (à esq.) olha para a amiga Ramesh (ao centro) que dança ao som de Rihanna
A República Islâmica do Irã abençoa e incentiva operações de troca de sexo, em nome de uma política que considera todo cidadão não heterossexual como espírito nascido no corpo errado. Com ao menos 50 cirurgias por ano, o país é recordista mundial em mudança de sexo, após a Tailândia.

O casal Mahsa (à esq.) e Ahura (à dir.) observam uma vitrine em Teerã. Ambos têm permissão para fazer a cirurgia de mudança de sexo
Oficialmente, gays não existem no país. Ficou famosa a frase do presidente Mahmoud Ahmadinejad dita a uma plateia de estudantes nos EUA em 2007, de que "não há homossexuais no Irã". A homossexualidade nem consta da lei. Mas sodomia é passível de execução.

Já transexuais, aos olhos dessa mesma lei, são heterossexuais vítimas de uma doença curável mediante cirurgia. Essa visão partiu do próprio fundador da república islâmica, aiatolá Ruhollah Khomeini, que emitiu em 1984 um decreto tornando o procedimento lícito. Khomeini comoveu-se com o caso de Feyreddun Molkara, um devoto xiita que o convencera de que era mulher presa em corpo de homem.

O casal Mahsa --homem que quer fazer a cirurgia de mudança de sexo-- e Ahura --mulher que também deseja se submeter à operação-- em uma cafeteria em Teerã
A bênção aos transexuais continuou após a morte de Khomeini, em 1989, apesar da objeção de alguns clérigos. Prevaleceu a corrente que defende a mudança de sexo como prova de que o islã xiita, dominante no Irã, capta melhor a mensagem divina.

"Sunitas dizem que é mexer com a criação divina. [...] Mas ninguém está mudando o atributo na natureza criada por Deus. O humano continua humano", escreveu o clérigo Mohammad Mehdi Kariminia, simpatizante dos transexuais. "Trata-se apenas de sintonizar corpo e mente."

Mahsa (ao centro) viaja em ônibus no setor reservado às mulheres, no Irã. Embora tenha a permissão para se submeter à cirurgia de mudança de sexo, Mahsa não tem dinheiro para arcar com os custos da operação



SUBSÍDIO 

No início dos anos 2000, o Estado passou a subsidiar um terço do valor total das operações, que variam entre US$ 8 mil e US$ 10 mil. A adolescente Sara quer candidatar-se a esse benefício. Ela deu o primeiro passo rumo ao sonho de virar homem numa manhã recente, ao apresentar-se de tênis e calça baggy numa clínica de Teerã credenciada para atender transexuais. 

Nervosa e agitada na sala de espera, ela não quis falar com a Folha. A avó, que a criou desde a separação dos pais, a acompanhava. "Ela nunca rezou, mas fez promessa de cumprir com as orações para o resto da vida, caso consiga ser operada", disse a avó, após Sara entrar na sala do cirurgião Bahram Mir-Jalili, pioneiro no Irã. Formado na França, Mir-Jalili afirma que candidatos à operação passam por reiteradas sessões com médico, psicólogo e psiquiatra antes da elaboração de um parecer. 

"O processo leva meses até descartar casos como esquizofrenia e selecionar apenas pessoas com transtorno profundo de identidade de gênero", diz o médico. Ele avalia em 40 mil o número de transexuais iranianos, diagnosticados ou não. À comprovação clínica sucede o trâmite jurídico. Se declarada transexual, Sara deverá apresentar-se a um juiz, que validará ou não o parecer, após nova avaliação por médicos legistas. Confirmado o laudo, ela poderá acionar a Organização do Bem-Estar Social, que administra os subsídios. 

"O regime tem muitos problemas, mas é inegável que a assistência social funciona bem", afirma Mir-Jalili, que diz ter feito 320 mudanças de sexo nos últimos dez anos. Um dos casos mais recentes operados pelo médico é o de uma professora de primário de 34 anos que de agora em diante se chama Daniel. Ainda em observação após a retirada dos seios e colocação de prótese peniana, Daniel espera com ansiedade a emissão da nova identidade. Mas teme voltar para a cidade de interior onde vive. "Meu pai e irmãos não sabem da cirurgia, só contei para a minha mãe e uma irmã.

" Daniel afirma que continuará usando véu na escola em que trabalha enquanto espera ser removido para outra cidade, onde pretende começar do zero a vida como homem, ao lado da namorada. 


PRECONCEITO 

O preconceito é queixa unânime dos transexuais no Irã. Roya, 34, não conseguiu emprego desde que tornou-se mulher, há quatro anos. "Só poderei trabalhar num lugar em que ninguém desconfie do meu passado", diz a transexual, que voltou a ter voz masculina após interromper o tratamento com hormônios devido às graves perturbações de humor. 

Outra transexual chamada Roya, loira artificial de 27 anos carregada de batom rosa choque, diz não precisar trabalhar, pois o marido ganha bem. Mas diz sofrer assédio dos policiais toda vez que é levada para a delegacia. "Quando percebem que sou transexual, me oferecem dinheiro por sexo. Uma vez o delegado quis transar comigo mesmo sabendo que meu marido me esperava lá fora.

" Todos os transexuais iranianos ouvidos pela Folha, incluindo os que se disseram muçulmanos devotos, relataram problemas com a família. "Rezo todo dia para minha mãe me aceitar e para conseguir o dinheiro da operação", emociona-se Mahsa, 25, que vive no limbo dos transexuais clinicamente reconhecidos, mas sem condições de arcar com a cirurgia. Mahsa namora Ahura, 18, na mesma situação. Ele já se considera mulher e anda na parte feminina dos transportes públicos. 

Ahura não usa véu e tem pelo no rosto de tanto injetar testosterona. "Há sempre alguém insultando Mahsa quando andamos na rua. Queria partir para cima, mas não tenho força de homem", diz Ahura, cuja mãe acaba de recuar da decisão de pagar sua cirurgia. Após várias tentativas de suicídio, Mahsa e Ahura vivem de favor na casa de amigos. Juram não ter vida sexual. 

"De que jeito? Não reconhecemos nossos órgãos sexuais. Só ficaremos à vontade depois de operados", diz Mahsa. Ela deseja ter uma vagina criada a partir de um pedaço de intestino, conforme técnica do doutor Mir-Jalili. 

Já Ahura quer um formato de pênis que privilegie a sensibilidade em detrimento da forma. Mas o casal foi alertado por amigos sobre a má qualidade das operações iranianas. 

"Passei por três cirurgias para corrigir a primeira", diz Roya, a solteira. Uma transexual operada confidenciou um sentimento amplamente compartilhado em silêncio: "Não teria mutilado meu corpo se a sociedade tivesse me aceitado do jeito que eu nasci".

Fonte: Folha

O Feinho de hoje pode ser o Gostosão de amanhã

BBB13 - Marcello antes e depois!

Ativistas seminuas protestam em defesa dos gays durante oração do Papa Bento 16


Ativistas do grupo feminista Femen protestaram seminuas neste domingo (13) na Praça de São Pedro, no Vaticano, enquanto o Papa Bento 16 fazia a tradicional benção dominical da oração do Ângelus da janela de seu apartamento. As ativistas exibiam cartazes e frases no corpo em defesa dos gays.


As quatro mulheres estavam posicionadas ao lado da Árvore de Natal na praça, diante da Basílica de São Pedro. Quando o Papa apareceu em sua janela para o Ângelus, elas começaram a se despir, e em segundos mostraram os seios no meio dos fiéis.


As militantes exibiam no peito a expressão "Cale a boca" e nas costas 'In gay we trust', alusão a 'In god we trust' (Em Deus confiamos, lema oficial dos Estados Unidos) e algumas exibiam cartazes nos quais estava escrito em letras garrafais "Cale a boca". A ação durou apenas alguns minutos e elas foram imediatamente detidas.


O Femen é conhecido desde 2010 por suas ações de 'topless', principalmente em Rússia, Ucrânia e Inglaterra. Em setembro, elas criaram em Paris "o primeiro centro de treinamento" do "novo feminismo". Essas feministas defendem também a democracia e o combate à corrupção.

Fonte: G1

BBB 13 - Dhomini dança só de cueca e faz a cueca de fio dental !

Passageiros tiram as calças no metrô de Londres

França não é tão Gay assim... Protesto contra casamento gay reúne 800 mil em Paris

Com a participação de jovens, idosos e famílias inteiras, boa parte de caravanas do interior do país, milhares de franceses marcharam neste domingo, 13, nas ruas de Paris para protestar contra um projeto de lei do governo do presidente François Hollande que autoriza o casamento gay e - o que mais tem atraído oposição - permite que casais de pessoas do mesmo sexo possam adotar crianças.

O protesto, que teve apoio da Igreja Católica, contou com cerca de 350 mil pessoas, de acordo com cálculos da polícia - o que o torna a maior manifestação em Paris em 20 anos -, ou 800 mil pessoas, segundo anunciaram os organizadores, da frente Manif pour Tous (“Manifestação para Todos”).

Os manifestantes vieram para a capital francesa em cinco trens de alta velocidade, 900 ônibus e inúmeros comboios de carros. A marcha partiu de três pontos diferentes de Paris e, após 6 quilômetros, os grupos convergiram para a frente da Torre Eiffel, exibindo faixas como “Não ao casamento unissex” e “Somos guardiães do Código Civil”, e outras bem-humoradas, exibidas por crianças, como “Feito por papai e mamãe”.

“Nada temos contra diferentes formas de viver, mas achamos que uma criança precisa crescer com um pai e uma mãe”, disse Philippe Javaloves, um professor de literatura que participou de uma caravana de 300 pessoas da Província de Franche-Comté, no leste do país.

A humorista Frigide Barjot leu um manifesto exigindo de Hollande a retirada do projeto de lei e pedindo um debate nacional antes de a lei ir à votação.

Além da hierarquia católica, uma coalizão híbrida composta de famílias religiosas, políticos conservadores, muçulmanos e evangélicos acabou minando nos últimos meses o apoio ao projeto de lei do governo, que deve ser votado no fim do mês na Assembleia Nacional. Pesquisas feitas em agosto apontavam em torno de 65% de apoio à lei, índice que caiu para 52%, segundo sondagem divulgada neste domingo.

Hollande contava com a maioria parlamentar para aprovar a lei sem maiores sustos. Mas a mobilização nos últimos meses, centrada no veto à adoção e no registro de crianças concebidas por meio de inseminação artificial por casais gays, ameaça a aprovação do projeto de lei.

Registro. A união civil de casais gays é autorizada na França desde 1999. Os opositores do projeto de lei querem impedir que a união civil homossexual adquira o status de matrimônio, para que pessoas do mesmo sexo não possam registrar filhos. Pesquisa da revista Le Nouvel Observateur mostra que o país está dividido sobre essa questão: 50% são contra a adoção de crianças por casais homossexuais. Apesar do peso do protesto de ontem, o governo Hollande promete não recuar.


Para o porta-voz da ONG Inter-LGBT, que defende gays, lésbicas e transexuais, Nicolas Gougain, a mensagem dos organizadores do protesto de ontem embute uma homofobia implícita. “O projeto de lei não propõe alterar os direitos das famílias heterossexuais, e sim reconhecer os das famílias homossexuais”, disse Gougain.

Fonte: Estadão

Deputado Jean Wyllys quer ser pai

A garotinha risonha chama atenção no colo do pai, em pleno cafezinho da Câmara dos Deputados. "Vem cá, quero te mostrar minha filha", diz o deputado José Stédile (PSB-RS) a Jean Wyllys (PSOL-RJ), que pega a criança de oito meses no colo e anuncia ao colega: "Meu bebê chega quando eu fizer 40".

Aos 37 anos, solteiro e homossexual assumido, Jean pretende iniciar um processo de adoção em três anos, já que o arranjo para ter um filho biológico não deu certo. "Adoro criança e quero muito ser pai. Pensava em ter com uma amiga atriz, mas ela me traiu. Casou, descasou e já tem duas filhas. Uma delas é minha afilhada", conta à repórter Eliane Trindade.


Sem namorado desde que se elegeu deputado em 2010, vai encarar a paternidade sozinho. "Tá difícil arranjar alguém", admite. Além do excesso de trabalho e de viagens, o bottom de parlamentar na lapela afasta pretendentes. "Estou quase celibatário", brinca, mas fala sério. "Sofro de solidão, sim. Os caras me admiram, mas não me veem como homem."

* Sua excelência não se sente mais tão livre para flertar em boates gays. "Fico 20 minutos e vou embora. Estou muito exposto e isso mudou meus hábitos", conta. "Era mais solto, dançava. Agora, chego à boate, me encosto no balcão e ali eu fico."

* Teme as onipresentes câmeras do celular. Imagens de namoro em público poderiam servir de munição para desafetos alegarem quebra de decoro. Preocupa-se em se deixar fotografar de camiseta e bermuda com as discretas tatuagens à mostra, em um passeio de bicicleta antes das votações do dia no Congresso.

* No "Big Brother Brasília", já ganhou desenvoltura nos corredores e comissões da Câmara. "Quando cheguei, havia desconfiança. Após dois meses, tinham outra percepção do meu mandato."

* Vencedor da quinta edição do "Big Brother Brasil", em 2005, é alvo de tietagens no entra e sai do plenário e a caminho do gabinete. Jean integra a bancada de celebridades da atual legislatura, ao lado do ex-jogador Romário (PSB-RJ) e do palhaço Tiririca (PR-SP). "O receio era de que a gente tava bagunçando isso aqui", diz Tiririca. "Hoje, a galera já respeita."

* No Prêmio Congresso em Foco, o ex-"BBB" foi eleito pelos internautas o melhor deputado federal do país em 2012. "Deixei de ser mais um quando articulei a Frente Parlamentar LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais). Saí do baixo clero." É autor de proposições polêmicas, como a regulamentação da prostituição e a emenda constitucional que institui o casamento gay.

* "Estamos mal pra caramba se o melhor parlamentar brasileiro é o que luta pela legalização da prostituição. Estão de brincadeira", diz o pastor Silas Malafaia, líder evangélico com quem Wyllys protagonizou embates públicos em torno da "cura gay".

* ACM Neto (DEM-BA) foi quem primeiro viu o potencial político do conterrâneo que deixou a "casa mais vigiada do Brasil" com popularidade em alta. Jean recusou o convite para ser candidato a vereador em Salvador, mas não resistiu aos apelos da ex-senadora Heloísa Helena para se filiar ao PSOL.

* "Quando decidi me candidatar, queriam que eu usasse o 'BBB' como mote de campanha. Eu me recusei", conta. Diz ter gasto R$ 20 mil numa campanha centrada nas redes sociais. Teve 14 mil votos e foi o segundo mais votado do partido no Rio.

* Dispensou o aposto "ex-BBB" também no dia a dia. "Queria colocar minha vida no rumo de novo. Poderia ter me deslumbrado e cristalizado a imagem de gay boa praça que venceu reality show. Tenho uma história maior do que os três meses que vivi naquela casa." Disse não à Globo para participar de programas sobre o destino dos ex-vencedores.

* Rejeita também o carimbo "ex-'BBB' que deu certo", time do qual fazem parte Grazi Mazzafera, sua colega de confinamento, e Sabrina Sato. "Odeio essa expressão. Na cabeça das pessoas, dar certo é ter visibilidade. Deu certo quem é feliz."

* Na pele de deputado, transita com broche nas cores do arco-íris, em seu terno Ricardo Almeida, em "comissões de macho", como a de Finanças e Tributação.

* "Foi uma escolha deliberada. É comissão misógina, que trata de assunto árido, da grande política." No segundo ano, optou pela Comissão de Educação, próxima ao seu perfil de professor e jornalista. Concilia o trabalho em Brasília com aulas em duas faculdades no Rio

* Virou relator dos projetos sobre bullying em tramitação na Câmara. Sofreu na pele o problema, ainda menino em Alagoinhas (BA), sua terra natal. "Sempre fui vítima de xingamentos e brincadeiras. Desde cedo, meus apelidos eram referentes à minha sexualidade", relata. "Era um garoto afeminado, e bullying não era restrito à escola. Rolava na família, na rua. Uma professora sempre dizia para eu tomar jeito."

* Aos 16 anos, assumiu a homossexualidade. "Minha mãe chorou. Preferia que eu não fosse gay. Naquele momento, as mães pensam mais nelas, no que os vizinhos vão falar, no estigma."

* Dona Inalva hoje, aos 63 anos, tem mais motivos para sorrir. Ganhou uma casa comprada pelo filho com parte do prêmio de R$ 1 milhão ganho no "BBB". Deixou para trás a dura vida no bairro da Candeia, na periferia, onde criou os seis filhos em condições precárias e na labuta com um marido alcoólatra, que morreu em 2001.

* A mãe lavava roupa pra fora, e os filhos vendiam algodão doce na rua. "Passamos fome. A pobreza deixou marcas na minha mãe. Venho transformando nossas vidas, mas ela se desacostumou a ser feliz. Habituou-se ao sofrimento. Para ela, é como se a felicidade fosse clandestina."

* O resgate da miséria foi pela educação. Jean se iniciou nas letras em creches e escolas das Comunidades Eclesiais de Base. "A Igreja Católica me deu as primeiras aulas de comunismo", costuma brincar. Rompeu os laços com o movimento pastoral ao dar nome aos seus desejos.

* Tinha 15 anos quando inquiriu o bispo local sobre o fato de a igreja não tratar da temática da violência contra os gays. "Dom Jaime foi duro. Ele me disse que a igreja tinha limites e, se eu tinha chegado a esse nível de questionamento, é porque estava perdendo a fé." O homossexualismo já era bem mais do que um questionamento.

* Logo depois, entrou no colégio interno. Só foi ter a primeira relação homossexual aos 19 anos, já universitário em Salvador. "Dos 15 aos 18, eu namorei meninas. Minha primeira experiência sexual foi com mulher, mesmo já tendo desejo por homem."

* Na faculdade, a ovelha desgarrada flertou com o ateísmo. "Mas uma coisa em mim crê", diz. Religiosidade que encontrou eco nos ritos africanos malvistos pela mãe católica. "Eu me reaproximei do candomblé para sair da esterilidade de crenças."

* Jean canta o refrão de "Beleza Pura", de Caetano Veloso: "Não me amarra dinheiro não, mas os mistérios...". Aqueles que sempre há de pintar por aí, como canta também Gilberto Gil, e o fizeram entrar no "BBB" e na política. "Creio nos sinais do universo. Acredito nos mistérios. Era coisa do destino chegar ao Congresso Nacional." Fonte: Mônica Bergamo