Páginas

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Rodrigo Andrade só de shortinho na praia


Zac Efron levanta a Bola e mostra o Caminho da Felicidade

Thiago Lacerda beija Lucio Mauro Filho



Thiago Fragoso sobre papel gay: 'Por que tem que ser uma bichinha?'

Thiago Fragoso levou seu filho Benjamin para assistir ao espetáculo Disney on Ice nesta quinta-feira, 9, no Maracanãzinho, na Zona Norte do Rio de Janeiro. O ator comentou sobre seu papel na nova novela do Walcyr Carrasco, "Amor à vida", em que irá viver um personagem gay, casado com Marcello Antony, e que não pretende fazer nada muito afetado.


"Por que eu vou fazer um gay, tem que ser uma bichinha? Não é uma coisa para colocar o estereotipo e afastar todo mundo".

 Thiago contou mais detalhes de seu papel na nova novela nas nove: "Sei que é um casal, que meu personagem será dono de um sushi bar, um cara moderno, para cima e eles querem ter um filho juntos. Vão misturar o material genético, o sêmen de um com o outro, e vão fazer uma inseminação artificial com uma barriga de aluguel e não vão saber quem é o pai. A ideia é que os dois sejam os pais. É uma história maravilhosa que será tratada com muita maturidade. A ideia é mostrar uma família que não é uma família usual e acho muito propício isso no Brasil num momento em que o casamento gay foi legalizado na França, que a corte suprema dos Estados Unidos está discutindo isso, então é um momento muito propício no mundo", disse.

 Ele explicou que o visual do personagem ainda não está definido. "Não comecei a gravar ainda. Ainda não estou nem com o look do personagem. Não posso contar sobre a mudança de visual. É segredo", brincou, fazendo suspense. E completou: "Vou mudar, mas não vai ser nada demais não".



 “A gente quer fazer o relacionamento do dia a dia. Mostrar aquela coisa morma, a rotina, o afeto de duas pessoas que se amam e se cuidam. Vai ser da mesma forma que a gente mostra um casal heterossexual em uma novela”, explicou.

 Thiago comentou ainda que não tem receio que o personagem algum tipo de polêmico: "Não, nunca tive o menor problema com isdo. Acho que a coisa da polêmica é porque é um assunto que precisa ser discutido. E isso pensando na função social do ator é maravilhoso. Faz você se sentir completo na sua profissão, faz você sentir que você está fazendo o que deveria dentro da profissão. É uma oportunidade única. Tenho muita sorte de pegar bons personagens e eu não tenho medo de encarar porque nem me passa pela cabeça o medo e, sim, o prazer".

 Thiago falou também que não está preocupado com a questão do beijo gay: "Se vier beijo, veio. Mas se não vier, não tem problema. A intenção não é romper o tabu do beijo gay e sim mostrar um casal homossexual. Quando a gente começa a discutir beijo gay meio que banaliza um pouco, torna superficial. Porque o beijo é uma coisa meio escapista, meio sexual, são dois homens que estão tendo atração física. Ai fica aquela coisa 'meu Deus, vão se beijar'".

 Fonte: Globo

Caco Ciocler e Gustavo Haddad dão beijo Gay




Ex-bbb Yuri de sunga correndo na praia com o au au







Met Ball Red Carpet or RuPaul’s Drag Race Red Carpet








Procurando o volume de Andreoli e Denilson


Para afastar as Gordas, Abercrombie & Fitch se recusa a fazer roupas largas e maiores

Se você estiver acima do peso, você não é uma consumidora em potencial para a Abercrombie & Fitch. A empresa, para evitar que sua marca seja levada por mulheres gordas, nem sequer fabrica roupas nos tamanhos G e GG. A estratégia foi explicada no livro The New Rules of Retail (As Novas Regras do Varejo, em tradução livre) pelos autores Robin Lewis e Michael Dart.




A calça mais larga da Abercrombie tem tamanho 10, enquanto a concorrente H&M tem peças até o tamanho 16, e a American Eagle, até 18. Esta é uma atitude tomada por Mike Jeffries, CEO da empresa, para que a marca só seja usada por pessoas "bonitas". "Ele não quer que pessoas gordas comprem em sua loja. Ele quer pessoas magras e bonitas. Ele não quer que seus principais consumidores vejam pessoas que não são tão bonitas quanto eles usando as roupas", explicou Lewis, autor do livro, ao Business Insider.


A posição da empresa já havia repercutido em 2006, quando o CEO deu uma entrevista ao site de notícias Salon. "Em toda escola há adolescentes que são legais e populares, e há aqueles que não são tão legais. Nós estamos atrás dos legais. Nós vamos atrás de todos os adolescentes atraentes com muita atitude e muitos amigos. Muitas pessoas não pertencem às nossas roupas, e elas nem podem pertencer. Nós somos excludentes? Absolutamente", afirmou o executivo, pouco incomodado em perder consumidores. Ele defende que as outras companhias, que possuem numerações maiores em suas araras, se complicam ao tentar atingir todo o tipo de consumidor. "Você se torna totalmente comum. Você não exclui ninguém, mas você também não empolga ninguém", disse.

Fonte: Época