segunda-feira, 20 de junho de 2011

Ricardo Tozzi de sunga e com volume


Atendendo pedidos dos leitores

Marcelo Brou sem camisa

Chris Crocker que ficou famoso defendendo Britney no Youtube vira ator pornô

Lembra de Chris Croker, do vídeo "Leave Britney Alone"? Quando Britney Spears ainda era alvo de várias notícias maldosas sobre sua forma física e seus constantes vexames, ele fez um vídeo - que virou sucesso no You Tube - defendendo aos prantos a sua ídola.

Agora que foi caindo no esquecimento, Chris está tentando recuperar os 15 minutinhos de fama e, para isso, ele se lançou como ator pornô. "Eu não estou me degradando ao mostrar meu corpo. Meu corpo foi desenhado pelo universo e nudez é o meu estilo", disse Chris em entrevista publicada pelo site "Pop Crunch".

Fonte: Globo

Rita Lee fala sobre Homofobia

Divulgado teaser de I wanna go, novo clipe de Britney Spears


Neste domingo, 19, foi divulgado o novo clipe de Britney Spears. Vídeo da música ‘I wanna go’ será lançado no dia 22 de junho. Nesse aperitivo de 32 segundos, Britney aparece em cima de um táxi, atingindo paparazzi com seu microfone.

Fonte: Globo

Pré-escola luta contra estereótipos com boneco assexuado na Suécia

A pré-escola "Egalia", que fica em Estocolmo, na Suécia, mostrou nesta segunda-feira (20) como seus professores costumam trabalhar para não impor estereótipos de gênero sobre as crianças, fazendo com que elas tenham mais liberdade ao escolher sua opção sexual.A instituição, localizada no distrito liberal de Sodermalm, foi aberta no ano passado e está entre os exemplos mais radicais dos esforços suecos para promover a igualdade entre sexos desde os primeiros anos da infância.Detalhes que vão desde a cor e a distribuição dos brinquedos até a seleção dos livros são pensados para que as cerca de 30 crianças da pré-escola não sejam influenciadas, e assim não passem a reproduzir os estereótipos que já existem na sociedade.

Até bonecos pedagógicos chamados de "emotion dolls", que não têm qualquer distinção de sexo, são usados na escola.

"A sociedade espera que garotas sejam frágeis, gentis e bonitas, e que garotos sejam machões, ásperos e extrovertidos. A Egalia lhes dá a fantástica oportunidade de serem quem eles quiserem", afirma Jenny Johnsson, uma das professoras.

Até pronomes como "ele" ou "ela" são evitados na fala dos professores, que preferem usar termos que sirvam para ambos os sexos na língua local.

Fonte: G1

domingo, 19 de junho de 2011

Carlos Machado de sunga exibe corpão em ensaio sensual


Jogador Júlio César sem camisa na praia

Bananas Dicas: Nade sempre com segurança

Juiz anula contrato de união estável entre homossexuais

O juiz da 1º Vara da Fazenda Pública de Goiânia, Jeronymo Pedro Villas Boas, determinou nesta sexta-feira (18), de ofício, a anulação do primeiro contrato de união estável entre homossexuais firmado em Goiás, após decisão do Supremo Tribunal Federal de reconhecer a união entre casais do mesmo sexo como entidade familiar.

Para Villas Boas, o Supremo “alterou” a Constituição, que, segundo ele, aponta apenas a união entre homem e mulher como núcleo familiar. “Na minha compreensão, o Supremo mudou a Constituição. Apenas o Congresso tem competência para isso. O Brasil reconhece como núcleo familiar homem e mulher”, afirmou ao G1. O magistrado analisou o caso de ofício por entender que se trata de assunto de ordem pública.

Além de decidir pela perda da validade do documento, Villas Boas determinou a todos os cartórios de Goiânia que se abstenham de realizar qualquer contrato de união entre pessoas do mesmo sexo. De acordo com o magistrado, os cartórios só podem providenciar a escritura se houver decisão judicial que reconheça expressamente o relacionamento do casal.

O contrato anulado pelo juiz é o que atesta a união estável entre o estudante Odílio Torres e o jornalista Leo Mendes, celebrado no dia 9 de maio.

Na decisão, Villas Boas argumentou que é preciso garantir direitos iguais a todos, independentemente “de seu comportamento sexual privado”, mas desde que haja o “cumprimento daquilo que é ordenado pelas leis constitucionais.”

O magistrado afirmou ainda que o conceito de igualdade previsto na legislação brasileira estabelece que os cidadãos se dividem quanto ao sexo como “homens e mulheres, que são iguais em direitos e obrigações."

“A idéia de um terceiro sexo [decorrente do comportamento social ou cultural do indivíduo ], portanto, quando confrontada com a realidade natural e perante a Constituição Material da Sociedade (Constituição da Comunidade Política) não passa de uma ficção jurídica, incompatível com o que se encontra sistematizado no Ordenamento Jurídico Constitucional”, disse o juiz na decisão.

Em entrevista por telefone, Villas Boas afirmou que a decisão do Supremo está fora do “contexto social” brasileiro. De acordo com ele, o país ainda não vê com "naturalidade" a união homoafetiva.

“O Supremo está fora do contexto social, porque o que vemos na sociedade não é aceitação desse tipo de comportamento. Embora eu não discrimine, não há na minha formação qualquer sentimento de discriminação, ainda demandará tempo para isso se tornar norma e valor social”, afirmou.



OAB diz que decisão de juiz sobre união gay em Goiás é "retrocesso moralista"O presidente em exercício da OAB nacional, Miguel Cançado, divulgou nota neste domingo (19) afirmando ser “um retrocesso moralista” a decisão do juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública Municipal e Registros Públicos de Goiânia, Jeronymo Pedro Villas Boas, de anular o registro de uma união gay no Estado. Esta foi a primeira tentativa de um casal homossexual se unir oficialmente em Goiás após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de reconhecer a união estável entre gays.

Na decisão, o juiz goiano contestou a decisão do Supremo e disse que a Corte não tem competência para alterar normas da Constituição Federal. Segundo Miguel Cançado, ao decidir sobre a união estável, o STF exerceu o papel de guardião e interprete da Constituição. “As relações homoafetivas compõem uma realidade social que merecem a proteção legal”, afirmou.

A decisão do juiz goiano que cancelou o contrato também determinou a comunicação a todos os Cartórios de Registro de Títulos e Documentos e do Registro Civil da comarca de Goiânia para que nenhum deles faça a escrituração de declaração de união estável entre pessoas do mesmo sexo. Segundo a ordem, só terá validade o ato entre pessoas do mesmo sexo se houver decisão judicial prévia.

O casal Liorcino Mendes e Odílio Torres registrou a união em 9 de maio. Nesta segunda-feira (20), Mendes, que é jornalista e bacharel em direito, vai pedir ajuda à Comissão da Diversidade Sexual da OAB e encaminhar denúncia ao CNJ (Conselho Nacional de Justiça).

Procurados pelo UOL Notícias para comentar a decisão judicial, eles afirmaram que foi uma medida escandalosamente ilegal e desrespeitosa. “O Poder Judiciário não pode criar um ambiente de insegurança jurídica no país. E mais do que isso: não podemos aceitar que cidadãos homossexuais paguem impostos e altos salários de juízes para que estes, de forma discriminatória e preconceituosa, desrespeitem até as decisões da maior Corte do país.”

Em um dos trechos, Mendes afirmou que a união foi um dos momentos de maior felicidade da vida do casal. “Nos sentimos como pessoas dignas de direitos e não mais cidadãos de segunda categoria, onde éramos obrigados apenas a cumprir deveres como pagar impostos, votar, mas sempre tendo nossos direitos como pessoas naturais negados.”

Mendes utiliza várias normas jurídicas para fundamentar o pedido e contestar a decisão do juiz, que, segundo ele, não poderia proferir uma decisão como esta. E pede ao ministro Cezar Peluso, presidente do CNJ, que o conselho mova uma ação para pedir o afastamento imediato do juiz, e manter a união.

“Este foi o maior momento de frustração em nossas vidas. Um sentimento de descrédito sobre as instituições públicas, sobre a Justiça do nosso Estado”, finalizou Mendes.

Fonte: G1/Uol