quinta-feira, 24 de março de 2011

Fazendo boquete no Dudu Azevado no banheiro do Shopping



Fotos do Jonatas Faro Cairam na Net

Os lutadores Michael Oliveira e o argentino Abel Adriel sem camisa e de cueca

BBB 11: Wesley toma banho antes de dormir

BBB11: Diogo quando colocou fio dental e exibiu bem a bunda

Universitários brasileiros tiram a roupa para protestar


O Bananas is My Business apóia protestos sem roupa. Sempre!

Dani Calabresa é Diva do Pop em paródia

quarta-feira, 23 de março de 2011

BBB11: Rodrigo com e sem cueca no Paparazzo

Quem voltou? Clarice - "Fazendo a Clarice"



Uma das novidades desse ano é o novo quadro do Bananas is My Business - "Fazendo a Clarice"



Clarice Lispector é uma escritora brasileira que soube como ninguém desvendar o ser humano, em seus devaneios psicológicos. Mas o que Clarice tem a ver com Bananas?

É que faz tempo que tem vários leitores pedindo para o Senhor Bananas fazer um blog para poder trocar experiências e conversar sobre essa vida de homossexual na atual sociedade. Um blog seria difícil para ficar atualizando sempre e o Senhor Bananas já tem 3 para atualizar. Então teremos um quadro dentro do Blog para discutir vários assuntos da vida, trocar experiências e como agir.

Para começar um texto da própria Clarice:


Lembro-me de uma embaixatriz em Washington que mandava e desmandava nas mulheres dos diplomatas que lá serviam. Dava ordens brutas. Dizia por exemplo à mulher de um secretário da embaixada: não venha à recepção vestida com um saco. A mim - não sei por quê - nunca disse nada, nenhuma palavra grosseira: respeitava-me. Às vezes se sentia angustiada, e me telefonava perguntando se poderia ir me visitar. Eu dizia que sim. Ela vinha. Lembro-me de uma vez em que - sentada no sofá de minha própria casa - ela me confiou em segredo que não gostava de certo tipo de pessoa. Fiquei surpreendida: pois eu era exatamente essa pessoa. Ela não sabia. Desconhecia-me ou pelo menos parte de mim. Por pura caridade - para não embaraçá-la - não lhe contei o que eu era. Se contasse ela ficaria numa situação péssima e teria que me pedir desculpas. Ouvi calada. Depois ela ficou viúva e veio para o Rio. Telefonou-me. Tinha um presente para mim e pediu que eu a visitasse. Não fui. Minha bondade (?) tem limites: não posso proteger quem me ofende. Ou posso? Posso. Tenho sido obrigada a perdoar muito.

Quantas vezes que ouvimos e vimos pessoas falando mal do que a gente realmente é? E ficamos quietos, tem uns que até critica mais um pouco o que ele realmente é, para que as pessoas ao redor não suspeitem de nada.


"Eu escrevo sem esperança de que o que eu escrevo altere qualquer coisa. Não altera em nada... Porque no fundo a gente não está querendo alterar as coisas. A gente está querendo desabrochar de um modo ou de outro..."

Então se você tem perguntas sem respostas ou alguns textos bons refletindo algo, mande para bananasbusiness@hotmail.com que iremos publicar e discutir sobre ele.

Jonatas Faro exibe tanquinho na praia