Força, determinação, mãos de ferro, história, e a boa atuação de Meryl Streep.
Até a Presidenta Dilmá deveria assistir esse filme. Margareth bate de frente até com o próprio partido, já a Dilmá borra as calças até com um grupo de evangélicuzinhos que reclamam de qualquer favorecimento em prol dos homossexuais, e acaba voltando atrás... até numa mera campanha para os gays usarem camisinha no Carnaval...
Lights, Camera, Action!
Assista ao filme online, logo abaixo:
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Esse recurso do Alzenheimer, ou coisa que o valha, pode explicar porque o filme não toma em relação a ela um ponto de vista mais crítico, já que seu “reinado” de 1979 a 1990, digamos assim, foi altamente polêmico e discutível.
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O filme, porém está longe de ser uma hagiografia como foi o de Lula, a história de um santo. O fato de assumir logo no começo que ela está doente e assombrada por lembranças, é o recurso dramático que o roteiro usa para ir reconstruindo a vida da Tatcher, uma mulher pouco atraente, que tem a sorte de encontrar um marido fiel e submisso (Broadbent, já ganhador do Oscar) que não impede sua carreira política.
Não se entende muito bem como ela conseguiu subir a um posto tão alto (embora fique subentendido que ela dá pouca atenção aos filhos, sendo que a mais velha é feita por Olivia Colman, de Tyranossaurus). A direção de Phyllida Lloyd (que tinha feito antes com Meryl, o sucesso Mamma Mia!) fica no nível dos teledramas da BBC (o que já é bastante alto).
Parece que ela não se preocupou muito porque sabia que ficava nas mãos da maior atriz de nossa geração que ajudada por uma maquiagem extraordinária (que também ganhou o BAFTA e certamente o Oscar) criaria um outro trabalho inesquecível.
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Acho que neste filme ela tem o melhor, o mais completo, mais bem realizado trabalho de sua longa e bem sucedida carreira. Todo mundo gosta de Meryl, que é o ídolo dos atores americanos e ela tem uma carreira mais longa do que muitas estrelas antigas, mantendo-se como estrela aos 61, coisa impossível antigamente.
Além disso, Meryl é uma figura encantadora e bonita pessoalmente e todo jornalista gosta de sua humildade, seu amor, sua falta de pretensão. O filme começa e termina com Meryl/Margaret velha, e a maior parte do tempo mostra ela tentando lidar com a velhice, o filho que não lhe da atenção (mora na Austrália e parece fugir dela), a filha que a visita, mas não quer muito compromisso, e sua luta para disfarçar a doença ou demonstrar fragilidade.
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Eu louvo o trabalho de Meryl, que acho magnífico ao construir uma figura humana, que nunca cai em excessos ou caricatura. Trabalho também discreto, a ponto de esquecermos que é Meryl que estamos vendo parece a própria Margaret.
Fonte: Rubens Ewald Filho
ADOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOREI ASSISTIR O FILME AQUI.
ResponderExcluirVIVA BANANAS!
BANANAS TBM É CULTURA!
Meryl arrassa sempre!
ResponderExcluirDiva!