My God! Até eu fiquei assustada com o tamanho!
quarta-feira, 6 de março de 2013
Momento Ownn Fofurinha do Dia - Ricky e os Filhotes
DePUTAdo que já fez declaração Racista e Homofobica poderá ser Presidente da Comissão dos Direitos Humanos
Está marcada para esta quarta-feira (6) a eleição do novo presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Cãmara dos Deputados. A indicação do deputado Marco Feliciano provocou muitas reações.
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Associação denuncia apostila escolar por conteúdo homofóbico
Dois meninos não se atraem. Duas meninas também não. Segundo o modelo exposto em uma apostila do Colégio Farias Brito, de Fortaleza, apenas menino e menina podem estar próximos, do contrário o que existe é a repulsão.
Segundo denúncia recebida pela ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais), o material foi distribuído a alunos do terceiro ano do ensino médio durante uma aula de física e causou constrangimento em alunos homossexuais.
Na ilustração sobre o princípio da atração e repulsão, há a imagem de dois meninos e duas setas em sentidos opostos e a palavra repulsão ao lado. No segundo exemplo, duas meninas e, novamente, a palavra repulsão e no último exemplo um menino e uma menina e a palavra atração.
Para o presidente da ABGLT, Toni Reis, o material didático é homofóbico. "As pessoas precisam ter a clareza que homofobia não é apenas matar, discriminar, mas também fazer esse tipo de exemplo pejorativo. Esse exemplo de que o igual não pode se atrair. Essa apostila é um incentivo à piada, à brincadeira, ao preconceito", disse.
Ainda de acordo com Reis, o estudante do terceiro ano autor da denúncia ficou entristecido não somente com o material, mas também com a forma como foi trabalhado em sala de aula. "Esse garoto contou que o professor fez chacota em sala de aula do material. Ele se sentiu totalmente agredido", declarou.
A ABGLT encaminhou a denúncia ao Ministério Público do Ceará e ao Ministério da Educação pedindo a averiguação do caso.
Para a professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense Marilia Etienne Arreguy , a apostila é "um absurdo". "Vem de encontro a todas as políticas sociais que tentam discutir a questão da diferença, o respeito à diferença. É inaceitável, um desserviço à sociedade", afirmou.
De acordo com Arreguy, o material é uma influência nociva a estudantes ainda em fase de construção de identidade. "Fico revoltada que no terceiro milênio ainda exista esse tipo de concepção."
Fonte:Uol
Segundo denúncia recebida pela ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais), o material foi distribuído a alunos do terceiro ano do ensino médio durante uma aula de física e causou constrangimento em alunos homossexuais.
Na ilustração sobre o princípio da atração e repulsão, há a imagem de dois meninos e duas setas em sentidos opostos e a palavra repulsão ao lado. No segundo exemplo, duas meninas e, novamente, a palavra repulsão e no último exemplo um menino e uma menina e a palavra atração.
Para o presidente da ABGLT, Toni Reis, o material didático é homofóbico. "As pessoas precisam ter a clareza que homofobia não é apenas matar, discriminar, mas também fazer esse tipo de exemplo pejorativo. Esse exemplo de que o igual não pode se atrair. Essa apostila é um incentivo à piada, à brincadeira, ao preconceito", disse.
Ainda de acordo com Reis, o estudante do terceiro ano autor da denúncia ficou entristecido não somente com o material, mas também com a forma como foi trabalhado em sala de aula. "Esse garoto contou que o professor fez chacota em sala de aula do material. Ele se sentiu totalmente agredido", declarou.
A ABGLT encaminhou a denúncia ao Ministério Público do Ceará e ao Ministério da Educação pedindo a averiguação do caso.
Para a professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense Marilia Etienne Arreguy , a apostila é "um absurdo". "Vem de encontro a todas as políticas sociais que tentam discutir a questão da diferença, o respeito à diferença. É inaceitável, um desserviço à sociedade", afirmou.
De acordo com Arreguy, o material é uma influência nociva a estudantes ainda em fase de construção de identidade. "Fico revoltada que no terceiro milênio ainda exista esse tipo de concepção."
Fonte:Uol
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